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Mostrando postagens com o rótulo Motorhead

5 discos de rock e metal que muita gente nem sabe que existem

Mesmo os fãs mais apaixonados por rock e metal costumam descobrir, de tempos em tempos, discos que provocam uma reação imediata: “Como eu nunca ouvi falar disso antes?” . E o mais curioso é que muitos desses álbuns envolvem músicos gigantescos, integrantes de bandas lendárias e projetos que, em teoria, deveriam ter recebido muito mais atenção. Mas por diferentes motivos — época errada, divulgação limitada, propostas experimentais ou simplesmente por fugirem das expectativas do público — alguns trabalhos acabaram esquecidos pelo tempo, escondidos nas discografias de artistas famosos ou restritos a nichos muito específicos. A seguir, selecionamos cinco discos que se encaixam perfeitamente nessa categoria: álbuns excelentes, curiosos e surpreendentes que muita gente ainda desconhece. Walk the Walk... Talk the Talk — The Head Cat (2011) Quando se fala em Lemmy Kilmister, a primeira imagem que vem à cabeça é o peso bruto do Motörhead. Mas no The Head Cat, o lendário músico mostra ou...

The Wörld Is Yours (2010): o Motörhead no domínio absoluto do próprio território

Ao chegar ao 20º álbum de estúdio o Motörhead já não tinha nada a provar, e The Wörld Is Yours (2010) soa exatamente como a afirmação tranquila de quem conhece profundamente o próprio território. O disco dá sequência à fase mais estável da banda nos anos 2000, com produção de Cameron Webb e um som direto, seco e sem ornamentos desnecessários. Não há aqui qualquer tentativa de reinvenção. Lemmy Kilmister, Phil Campbell e Mickey Dee apostam no rock and roll pesado que sempre foi sua assinatura, equilibrando peso, velocidade e groove com uma naturalidade que poucas bandas longevas conseguem sustentar. O álbum funciona quase como um manifesto: o Motörhead não precisa surpreender, basta entregar exatamente o que promete. A abertura com “Born to Lose” estabelece o clima, enquanto “I Know How to Die” surge como um dos grandes momentos do disco, resumindo em poucos minutos a filosofia de vida que sempre atravessou a obra de Lemmy. “Get Back in Line” e “Outlaw” mantêm o disco em alta rotaç...

A era Mikkey Dee começa aqui: Bastards (1993), um dos discos mais subestimados do Motörhead

Entre as várias reviravoltas da carreira do Motörhead, Bastards (1993) ocupa um espaço peculiar: não é um dos discos mais lembrados pelo grande público, mas é um daqueles álbuns que, quando revisitados, revelam uma banda energizada, afiada e pronta para iniciar uma nova fase. Lançado pela ZYX — única vez em que Lemmy e companhia trabalharam com o selo — o álbum marca o início da era clássica com Mikkey Dee assumindo sua posição como integrante de fato. E isso faz diferença. A formação aqui — Lemmy, Phil Campbell, Würzel e Dee — parece ter encontrado um ponto de equilíbrio raro. Bastards soa como Motörhead puro, mas também como um Motörhead renovado. As guitarras vêm com mais corte, os andamentos são mais precisos e a banda entrega aquele tipo de ataque frontal que tornou seus shows lendários. É um disco direto, sincero e violento na medida exata, sem qualquer preocupação em acompanhar tendências dos anos 1990. Entre os destaques, “Born to Raise Hell” merece menção imediata. Um d...

Antes da lenda: as origens do Motörhead em The Manticore Tapes (2025)

E se te dissessem que o Motörhead já nasceu pronto para explodir tudo? Pois The Manticore Tapes é a prova disso. Lançado mundialmente em 27 de junho de 2025 — com edição brasileira saindo no mesmo dia pela Wikimetal —, o álbum reúne gravações feitas em estúdio em 1976, antes do lançamento do disco de estreia (que sairia no ano seguinte), em um período inicial e mais amador, em um registro histórico da formação clássica do Motörhead, com Lemmy Kilmister no baixo e vocais, "Fast" Eddie Clarke na guitarra e Phil "Philthy Animal" Taylor na bateria. É o som do caos sendo moldado com precisão e fúria, ainda antes da banda atingir seu auge criativo em álbuns como Overkill (1979) e Ace of Spades (1980) . As faixas de The Manticore Tapes capturam a essência bruta do Motörhead no início de sua trajetória: pesadas, rápidas e afiadas como navalha. Elas soam como tiros diretos, antecipando o que viria a se tornar uma revolução no hard rock e no heavy metal. O álbum mostra ...

Review: Motörhead – Hammered (2002)

Lançado em abril de 2002, Hammered é o décimo sexto álbum do Motörhead. O disco tinha sido lançado no Brasil na época pela Sum Records, e desde então estava inacessível. A nova versão disponibilizada pela Wikimetal vem em digipack e inclui um encarte de oito páginas com todas as letras. Hammered foi influenciado pelos ataques às Torres Gêmeas ocorridos em 11 de setembro de 2001. Algumas letras abordam o tema e o disco possui uma temática lírica mais sombria. Musicalmente, no entanto, surpreende já na faixa de abertura, “Walk a Crooked Mile”, que não apenas traz doses generosas de melodia como também um refrão onde Lemmy trabalha com harmonias vocais, recurso raramente utilizado pelo trio. As demais faixas seguem nessa mesma linha, com uma abordagem mais acessível e rock and roll, sem a pegada mais agressiva e com influência do punk dos trabalhos clássicos da banda. “Down the Line” está entre os destaques e vai direto ao ponto, com riffs fortes e um belo solo de Phil Campbell. “Brav...

Review: Motörhead – Overnight Sensation (1996)

Overnight Sensation é um dos discos mais divertidos do Motörhead, mas, infelizmente, também um dos mais subestimados da banda formada por Lemmy Kilmister, Phil Campbell e Mickey Dee. Lançado em outubro de 1996, é o sucessor do pesado Sacrifice e marcou o retorno ao formato trio, após a passagem do guitarrista Wurzel pela encarnação quarteto do grupo. Produzido por Howard Benson, traz onze canções que formam um tracklist bastante variado, incluindo desde as porradas típicas da banda como “Civil War” e “Them Not Me”, até faixas descaradamente mais acessíveis como “I Don’t Believe the World”, em que Lemmy canta variando entre sua voz limpa e seu característico timbre rouco e sujo. São vários os destaques. “Civil War” abre o álbum de forma explosiva, com um riff poderoso e uma letra que fala sobre a luta pela liberdade. A faixa-título é uma das melhores do disco e faz uma crítica à indústria musical e às bandas que se vendem para o sucesso instantâneo. “Eat the Gun” é uma faixa rápid...

Review: Motörhead – Snake Bite Love (1998)

Lançado em 10 de março de 1998, Snake Bite Love é o décimo quarto álbum do Motörhead e o segundo com a banda retomando a formação em trio após a saída do guitarrista Würzel. Do trabalho anterior, Overnight Sensation (1996), até Bad Magic (2015), a banda gravaria dez álbuns de estúdio com o clássico line-up Lemmy Kilmister, Phil Campbell e Mickey Dee, o mais longevo da carreira do grupo. O interessante em Snake Bite Love é que ele entrega as pauladas características do Motörhead ao mesmo tempo em que traz a banda fazendo algumas experimentações. Ainda que as duas primeiras faixas, “Love For Sale” e “Dogs of War”, aparentem uma clara falta de criatividade ao reprisar de maneira pouco sutil o riff e as linhas vocais de “Deaf Forever”, presente em Orgasmatron (1986), Lemmy e companhia surpreendem ao incluir um solo de teclado em “Take to the Blame”, com a canção chegando a lembrar os momentos mais pesados do Deep Purple e do Uriah Heep. Outro momento que chama a atenção está em “Ass...

Review: Motörhead – Sacrifice (1995)

Lançado no final de março de 1995, Sacrifice foi o último álbum do Motörhead com o guitarrista Michael “Würzel” Burston, que faleceu em 2021. Würzel permaneceu durante onze anos na banda, período em que gravou seis discos ao lado de Lemmy Kilmister e companhia.  Produzido por Howard Benson (Sepultura, Body Count, My Chemical Romance) com a coprodução de Ryan Dorn e a própria banda, Sacrifice é um dos álbuns mais pesados do Motörhead e deixa disso claro já com a música de abertura, que batiza o trabalho e traz um trabalho de bateria monstruoso de Mickey Dee. Uma das melhores canções de todo o catálogo do Motörhead e uma pérola a ser redescoberta. O disco segue em alto nível com outras excelentes faixas como “Over Your Shoulder”, “War For War”, “Order/Fade to Black”, “All Gone to Hell”, “Make ‘Em Blind” (com Dee mostrando serviço mais uma vez, agora com uma batida torta que conduz a canção e dá a ela um muito bem-vindo clima tribal que casa muito bem com a voz rouca caracter...

Review: Motörhead - Louder Than Noise ... Live in Berlin (2021)

Ouvir um álbum inédito do Motörhead dá uma saudade enorme de Lemmy, mesmo que esse disco seja ao vivo. É o caso de Louder Than Noise ... Live in Berlin , lançado em 2021 e que traz um show gravado na capital alemã em 5 de dezembro de 2012, durante a turnê de The Wörld is Yours (2010). O álbum foi disponibilizado em um box para colecionadores, mas também recebeu edições em LP duplo, CD + DVD e CD simples. No Brasil, Louder Than Noise foi lançado pela Hellion Records em CD slipcase com encarte em formato de pôster e mais um pôster exclusivo. O disco traz quinze faixas, indo desde canções de The Wörld is Yours como “I Know How to Die” até clássicos imortais como “Stay Clean”, “Metropolis”, “Ace of Spades” e “Overkill”. O trio resgata pérolas como “Rock It”, do subestimado Another Perfect Day (1983), “Doctor Rock” de Orgasmatron (1986), “Killer by Death” e a dupla “The One to Sing the Blues” e “Going to Brazil”, ambas presentes no álbum 1916 , lançado em 1991. A energia é pulsant...

Review: Phil Campbell and The Bastard Sons – We’re the Bastards (2020)

A morte de Lemmy Kilmister em dezembro de 2015 levou ao inevitável fim do Motörhead, e seus companheiros de banda seguiram caminhos distintos. Enquanto Mikkey Dee assumiu a bateria do Scorpions, o guitarrista Phil Campbell focou na produção de material autoral. O resultado foi um ótimo disco solo – Old Lions Still Roar (2019) – e uma banda formada ao lado dos filhos, a Phil Campbell and The Bastard Sons. O quinteto traz Phil ao lado dos filhos Todd (guitarra), Tyla (baixo) e Dane (bateria), além do vocalista Neil Starr (que tocou na banda galesa Attack! Attack!). Musicalmente, o som é o que temos de mais próximo do universo do Motörhead, o que é absolutamente natural, afinal Campbell foi o principal parceiro de composição de Lemmy por mais trinta anos, integrando a banda entre 1984 e 2015. Porém, o guitarrista também dá passos adiante, resultando em um álbum que agradará tanto os órfãos de sua ex-banda quanto quem só quer ouvir um bom rock and roll. Há de se destacar o belo timbre...

Review: Phil Campbell – Old Lions Still Road (2019)

Ainda que maioria dos fãs associe a guitarra do Motörhead ao falecido “Fast” Eddie Clarke, Phil Campbell foi o principal parceiro de Lemmy no instrumento. Aliás, não só isso: Campbell foi também o integrante que permaneceu por mais anos no Motörhead, atrás apenas do lendário vocalista e baixista. Foram 31 anos derramando riffs em um dos trios mais icônicos e amados do rock. Com a morte de Lemmy na véspera do Natal de 2015, Phil Campbell e Mikkey Dee decidiram seguir com suas carreiras, porém de maneiras diferentes. Enquanto o baterista do Motörhead assumiu o posto no Scorpions e deu um gás sensacional para a lendária banda alemã, Phil seguiu carreira solo. Primeiro, gravou um EP e um álbum ao lado dos filhos no Phil Campbell and the Bastards Sons. Na sequência, lançou em 2019 a sua estreia solo, Old Lions Still Roar , que foi lançado no Brasil em 2020 pela Shinigami Records. O disco  vem com dez faixas e traz uma longa lista de convidados. Participam do disco Rob Ha...

Chegaram os quebra-cabeças que reproduzem clássicos do heavy metal

As bandas continuam procurando formas de expandir seus catálogos de merchandising, e a novidade do momento no cenário heavy metal é a chegada dos quebra-cabeças oficiais de alguns dos nomes mais famosos do gênero. Aqui no Brasil, por exemplo, é possível encontrar quebra-cabeças de bandas como os Beatles em grandes lojas de brinquedos. Lá fora, a Zee Productions está lançando uma coleção de doze puzzles com capas de discos clássicos de ícones como Iron Maiden, Slayer, Judas Priest e Motörhead. Todos contam com 500 peças e chegarão às lojas dia 31 de maio. No formato 39x39 centímetros, podem ser enquadrados e expostos como ótimos itens de decoração pra quem é fã. Por enquanto, não há previsão de lançamento dos quebra-cabeças no Brasil.

Review: Motörhead - Motörhead 40th Anniversary Edition (2017)

Lançado em 21 de agosto de 1977, o auto-intitulado primeiro disco do Motörhead deu início à trajetória da banda liderada por Lemmy Kilmister. O baixista e vocalista, que tinha sido roadie de Jimi Hendrix, foi expulso do Hawkwind em 1975 após ser pego com drogas na fronteira dos Estados Unidos com o Canadá e passar cinco dias preso. Então, resolveu seguir novos rumos e encontrou dois desajustados como ele: o guitarrista Eddie Clarke e o baterista Phil Taylor. O álbum, que foi relançado em uma edição especial com dois CDs alusiva aos seus 40 anos - versão essa que a Hellion Records trouxe para o Brasil em um belo digipak -, mostra um Motörhead bem diferente da banda que conquistaria corações e mentes com discos como Overkill (1979), Bomber (1979) e Ace of Spades (1980). O debut do trio formado por Lemmy, “Fast" Eddie Clarke e Phil “Philthy Animal” Taylor apresenta uma sonoridade muito mais focada no rock and roll do que na mistura de hard rock, punk e metal pela qual o g...

Filme que traz Lemmy como vampiro será lançado em julho

Sunset Society , filme dirigido por Phoebe Dollar e Rolfe Kanesky, traz o eterno Lemmy Kilmister no papel de um vampiro. O falecido líder do Motörhead divide a tela com nomes como Tracii Guns (do L.A. Guns), Dizzy Reed (do Guns N’ Roses), Steve-O (de Jackass) e Ron Jeremy (ex-ator pornô). O filme será lançado nos cinemas norte-americanos dia 6 de julho e dia 24/07 já estará disponível em home video e streaming. Tudo tem cara de filme B, porém parece divertido. E tem o Lemmy como vampiro, então já vale o ingresso! Assista ao trailer de Sunset Society abaixo:

Morte de Lemmy foi uma das principais inspirações do novo disco do Ghost

Com data de lançamento marcada para o dia 1 de junho, Prequelle , novo álbum do Ghost, foi inspirado pelas mortes de diversos ídolos de Tobias Forge, o homem por trás da banda e do vocalista Papa Emeritus. Segundo Tobias: “ É um disco temático sobre a morte e o fim iminente - mesmo que seja apenas o nosso -, e nos últimos anos vimos as mortes de muitos dos nossos ídolos. Ronnie James Dio foi um deles, mas eu acho que, especialmente quando o Lemmy faleceu, e Bowie e Prince logo depois, isso me afetou muito. Parecia que nossos pais estavam falecendo. Imaginamos a presença de pessoas como Lemmy garantidas para sempre, mas agora há uma cadeira que está vazia. Definitivamente a sua morte me afetou mais do que eu esperava. Isso me fez querer ser um pouco mais atento quando se trata de garantir que você aproveite ao máximo as oportunidades e momentos que tem com as pessoas mais velhas que fazem parte da sua vida. Isso é algo que afetou muito a mim e este disco ”.

Saxon divulga música inspirada no Motörhead

“They Play Rock and Roll” faz parte do novo álbum do Saxon, Thunderbolt , que será lançado dia 2 de fevereiro e foi produzido por Andy Sneap. O disco é o sucessor de Battering Ram (2015). A música é inspirada no Motörhead e usa em seu título uma citação à frase que Lemmy usava quando se comunicava com a plateia nos shows do lendário trio. Assista ao lyric video de “They Play Rock and Roll” abaixo:

Phil Campbell and The Bastard Sons lançará primeiro disco no início de 2018

O primeiro disco da nova banda de Phil Campbell, guitarrista do Motörhead, será lançado no final de janeiro. O álbum tem o título de The Age of Absurdity e marca a estreia do Phil Campbell and The Bastard Sons. O álbum foi gravado no Rockfield Studios, no País de Gales, com produção de Romesh Dodangoda (Motörhead, Bring Me The Horizon, Bullet For My Valentine). A capa é uma criação do artista Matt Riste. São onze novas faixas mais a versão de “Silver Machine”, do Hawkwind, com a participação especial do guitarrista Dave Brock. Esta faixa bônus será incluída apenas na primeira prensagem do CD. A Nuclear Blast lançará o álbum dia 26 de janeiro em diversos formatos, ainda não informados. Abaixo está o tracklist: 1. Ringleader 2. Freak Show 3. Skin And Bones 4. Gypsy Kiss 5. Welcome To Hell 6. Dark Days 7. Dropping The Needle 8. Step Into The Fire 9. Get On Your Knees 10. High Rule 11. Into The Dark Bonus track: 12. Silver Machine (featuring ...

Novo álbum do Saxon já está pronto e traz música em homenagem ao Motörhead

O novo álbum da banda inglesa Saxon tem o título de Thunderbolt e deve ser lançado no início de 2018. O quinteto já finalizou as gravações com o produtor Andy Sneap e pretendo iniciar o próximo ano com novidades para os fãs. Sucessor do sólido Battering Ram (2015), Thunderbolt trará uma música chamada "They Played Rock and Roll", cuja letra fala sobre o Motörhead e é dedicada à banda do falecido Lemmy Kilmister.

Absolutamente arrepiante: público do Wacken homenageia Lemmy cantando clássico de David Bowie

O clipe da versão de “Heroes" gravada pelo Motörhead foi mostrado ao público do Wacken Open Air, o maior festival de heavy metal do mundo, que aconteceu no fim de semana passado na Alemanha.  Thomas Jensen, um dos organizados do festival, subiu ao palco e apresentou o vídeo para a multidão, que reagiu de maneira emocionante cantando junto com o falecido Lemmy o clássico de Bowie.  Clássico é isso, ídolo é isso!

Ouça a versão do Motörhead para “Heroes”, clássico de David Bowie

O Motörhead divulgou a versão que o trio registrou para “Heroes”, um dos maiores clássicos de David Bowie. A música estará em Under Cöver , disco de covers da banda inglesa que será lançado em setembro. Vale lembrar que Bowie e Lemmy Kilmister faleceram em datas próximas, entre o final de 2015 e o início de 2016, causando comoção no cenário do rock. Lemmy nos deixou no dia 28 de dezembro de 2015, enquanto David Bowie partiu em 10 de janeiro de 2016. A regravação de “Heroes" pelo Motörhead vem com direito a um emocionante clipe, que você pode assistir abaixo: