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Mostrando postagens com o rótulo 10 opiniões sobre

Anthrax: 10 opiniões sobre ‘For All Kings’, novo álbum da banda

Lançado em 26 de fevereiro, For All Kings , décimo-primeiro álbum do Anthrax, marca a estreia do guitarrista Jon Donais (Shadows Fall) substituindo Rob Caggiano (que foi para o Volbeat). O disco tem produção de Jay Ruston e um belo trabalho do ilustrador Alex Ross em sua capa. Compilamos abaixo dez opiniões sobre o álbum, retiradas de veículos nacionais e estrangeiros. Pessoalmente, gostei do disco, mas ainda preciso ouvir mais vezes para formar uma opinião mais concreta. E você, o que achou de For All Kings ? For All Kings soa decepcionante. É a definição perfeita de um disco feito apenas para os fãs. Há a habitual competência musical e de produção, mas faltam ideias originais. For All Kings soa como um disco para cumprir obrigações contratuais e atender a demanda dos consumidores, distante de toda a glória alcançada pela banda no passado. Consequence of Sound Cheio de coros e riffs contagiantes, For Al Kings deixará os fãs satisfeitos. Em alguns aspectos é...

Algumas opiniões sobre The Astonishing, novo disco do Dream Theater

Ainda não ouvi o disco. Sei que já vazou, mas estou aguardando o lançamento oficial, que ocorrerá nesta sexta, dia 29/01. Alguns amigos estão enlouquecidos com o disco, afirmando que é uma obra-prima. E, como você pode ver nos textos abaixo, retirados de diversos reviews publicados pela imprensa especializada mundo afora, a crítica também está embasbacada com o álbum. Já ouviu The Astonishing ? Então publique nos comentários a sua opinião sobre o disco. Um disco espantosamente complexo e cinematográfico, ambicioso quase ao ponto da loucura. Metal Hammer Segundo a própria banda, The Astonishing é o álbum mais ambicioso do Dream Theater. O disco conta uma história sobre a importância da música através da música, e que grupo mais adequado para esta tarefa do que o Dream Theater? A banda deu aos fãs, antigos ou novos, um álbum para ser apreciado por um longo tempo. Metal Wani Um disco fantástico, e que se coloca facilmente entre os três melhores registros da banda...

10 opiniões sobre Purple, novo álbum do Baroness

Roxo é a cor dos hematomas recentes. É também a combinação entre vermelho e azul, o que faz sentido para aqueles habituados com a discografia da banda. Aqui estão algumas das melhores e mais grandiosas canções escritas pelo Baroness. É rock que se dobra nas inclinações metálicas do quarteto, sempre com aspectos delicados e melancólicos. Os ganchos e as melodias são o melhor, a principal qualidade da banda. John Baizley, vocalista e guitarrista do Baroness, é também ilustrador e o responsável pelas artes do grupo. E Baizley gosta de contar histórias nas capas que cria. A de Purple traz quatro mulheres se amontoando no que parece ser um ambiente frio, com calmos cães e falcões ao seu lado. Há alguns ratos (alimento para as aves) e pregos (ferramentas para a construção). Há uma lua cheia, bem como flores, abelhas e mel (a promessa da primavera). A imagem, que parece fazer referência à letra de “Morningstar”, comunica a resistência do espírito necessária para sobreviver a tempos difí...

10 opiniões sobre 25, novo álbum de Adele

25 , o aguardadíssimo novo disco de Adele, será lançado nesta sexta, dia 20/11. Antecipando o que você encontrará em suas faixas, listamos abaixo trechos de reviews publicados em uma dezena de veículos diferentes. Enjoy! Musicalmente, ela está bem no meio da estrada, e é apenas a sua forte personalidade e a honestidade soul de sua voz que lhe empresta qualquer sensação de vanguarda. Para uma estrela pop contemporânea, Adele nunca se aventura além do que foi feito nos anos 1980. The Daily Telegraph Parece óbvio atribuir a um disco tão antecipadamente aguardado como esse uma avaliação cinco estrelas. Mas devido à sua simplicidade e feeling, o álbum realmente merece isso. Digital Spy Com um profissionalismo ao estilo de Barbra Streisand, Adele lançou um álbum que oferece algumas surpresas - mas calma, ela nunca iria gravar algo heavy metal, você sabe disso. Há uma abundância de grandes baladas aqui. 25 fala ao coração de uma forma universal e coloca o pop britânico de...

10 opiniões sobre I Worship Chaos, novo álbum do Children of Bodom

Alexi Laiho está com 36 anos agora e já superou o apelido de Wildchild, mas I Worship Chaos conserva a imprudência e o estilo que os fãs do Children of Bodom desejam. Loudwire Um disco completamente genérico e estereotipado, o que é uma pena. Blabbermouth Sem dúvida, I Worship Chaos é um dos melhores discos de toda a carreira do Children of Bodom. Sputnik Music A banda aperfeiçoou o seu som em I Worship Chaos, mas manteve sua identidade facilmente reconhecível. Mais um grande álbum do Children of Bodom. Skulls ’N Bones De modo geral, este é um disco OK e que deve agradar a maioria dos fãs. Para mim, no entanto, está longe dos dias de glória da banda e fica lado a lado do Halo of Blood. Angry Metal Guy Este é o som da fase adulta do Children of Bodom: menos irregular que seus registros antigos, e muito mais consistente. All Music Apesar do grupo não optar por grandes mudanças em sua sonoridade, I Worship Chaos é um álbum que poderá agradar ambos ...

10 opiniões sobre Battering Ram, novo álbum do Saxon

Após 21 discos, o Saxon não mostra sinais de enfraquecimento. Mesmo que nenhuma canção mostre potencial para se transformar em clássica, Bettering Ram traz uma abundância de faixas memoráveis. Loudwire Não há surpresas em Battering Ram. Trata-se apenas de uma obra-prima de heavy metal, o disco que se esperaria de uma banda como o Saxon. Knac.com O Saxon entregou exatamente o que se esperava da banda: heavy metal inglês bem feito e sem frescura. New Noise Magazine Não importa se você não era nascido quando o Saxon lançou o seu primeiro disco ou possui idade suficiente para ter testemunhado toda a carreira da banda: este disco é para você. Metal Wani Sem faixas fracas e um par de destaques, Battering Ram é uma adição valiosa ao extenso catálogo do Saxon. Heavy Metal About Talvez não seja possível ensinar novos truques a um cachorro velho, mas Battering Ram mostra uma banda ágil e com grande apetite. Parece que ainda há uma considerável quantidade de com...

10 opiniões sobre Coma Ecliptic, novo álbum do Between the Buried and Me

O Between the Buried and Me nunca lançou um disco como esse antes. É expansivo com momentos introspectivos. Brutal, mas suave. Intrincado e inteligente. Coma Ecliptic funciona como uma obra de arte, a soma de todas as suas partes. Trata-se da maior realização de toda a carreira da banda até agora. Metal Injection Do crescendo ópera rock de sua abertura até o encerramento, Coma Ecliptic é uma experiência prog rock e um ato de bravura do metal moderno. The Guardian Coma Ecliptic é uma obra-prima requintada. E, como tal, requer várias audições para ser apreciada em sua plenitude. No entanto, quando finalmente se entende o que a banda está oferecendo, o deslumbre é instantâneo e permanente. O Between the Buried and Me prova mais uma vez que nenhuma banda é capaz de fazer o que eles fazem. PopMatters Embora a inspiração para Coma Ecliptic venha de óperas rock clássicas como Tommy e Flash Gordon, o Between the Buried and Me é uma das poucas bandas atuais capaz de criar...

10 opiniões sobre Silence in the Snow, novo álbum do Trivium

Se continuarem neste caminho, Silence in the Snow poderá ser lembrando como o momento em que o Trivium garantiu o seu status entre os grandes nomes do metal moderno. The Guardian É fácil olhar para as onze faixas e ficar chateado ao ver a banda se afastando dos vocais guturais, mas ainda há muito do som clássico do Trivium aqui. É legal ver a banda evoluindo e seguindo a sua própria escolha. O disco é uma agradável surpresa. Os fãs antigos e novos irão se apaixonar por ele. New Noise Magazine Em Silence in the Snow, o Trivium parece ter decidido se tornar uma banda de rock de arena. Cabe a cada um decidir se isso é bom ou ruim. Todos os outros álbuns do grupo mostravam uma evolução dentro do heavy metal. Este disco não traz isso. O Trivium está buscando dentro da sua própria sonoridade os alicerces para a construção de uma música mais ampla.  All Music Como acontece em todos os discos do Trivium, Silence in the Snow irá polarizar as opiniões. E isso acontece ...

10 opiniões sobre Crosseyed Heart, novo álbum de Keith Richards

O primeiro álbum solo de Keith Richards em 23 anos é surpreendentemente atraente. Tendo o X-Pensive Winos como banda de apoio, Richards mistura blues com canções introspectivas, temperadas por um timbre de voz grave que tem algo em comum com Mark Lanegan. Richards mostra que não perdeu a fórmula de escrever bons riffs, e, ao final do álbum, fica o saudável desejo de que trabalhos como esse sejam mais frequentes. The Guardian Como os outros álbuns solo de Keith, Crosseyed Heart tem suas limitações e deficiências. Algumas ideias presentes aqui são recicladas de canções do passado, e o álbum poderia ter menos faixas. Ainda assim, um pouco de repetição e inchaço são facilmente perdoáveis, levando em conta que Richards lançou apenas três discos em 30 anos. Consequence of Sound O disco é um mash-up magistralmente bagunçado e cheio de sujeira contemporânea. Crosseyed Heart é essencialmente Keith Richards. NME Analisado como um todo, Crosseyed Heart é verdadeiramente um álbum so...

10 opiniões sobre Love, Fear and the Time Machine, novo álbum do Riverside

Love, Fear and the Time Machine mostra o Riverside dando um claro passo para frente, e é o trabalho onde o grupo mais apresentou o seu brilho até agora. A banda torna-se secundária devido à sensação causada pelas músicas. Ninguém se destaca individualmente, porém tudo está no lugar certo. O álbum é lindo, bem escrito e incrivelmente prazeroso de se ouvir. Angry Metal Guy O Riverside apresenta um elemento digno de ser explorado em seu novo disco. Sai o peso, substituído por uma identidade mais refinada e madura. No que parece ser o trabalho mais honesto da banda até agora, as faixas possuem um toque moderno e uma musicalidade delicada. Love, Fear and the Time Machine é um sólido trampolim na carreira do Riverside. Loudwire O mais intrigante sobre o Riverside é que eles nunca parecem lançar algo ruim. Toda música produzida pela banda tem qualidade. E Love, Fear and the Time Machine oferece isso. O disco é atmosférico e etéreo. Poderia defini-lo como uma espécie de Pink Floyd n...