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Mostrando postagens com o rótulo Cinco Discos para Conhecer

Cinco discos para conhecer: Slash!

Por Igor Miranda Superestimado por uns, subestimado por outros. O fato é que Slash se tornou um verdadeiro ícone do rock não apenas por seus memoráveis solos, mas por sua presença de palco e visual único - cabeleira na cara, cigarrinho na boca, cartola na cabeça e Les Paul nas mãos. Um digno rockstar.  Confira abaixo os cinco discos mais recomendados para conhecer seu trabalho. Guns N' Roses - Appetite For Destruction  (1987) Não é uma mistura recomendada, mas a fusão entre drogas, mau comportamento, punk e hard rock pode dar em um grande álbum. E gerou, simplesmente, o disco de estreia mais vendido da história da música. Lançado em julho de 1987, Appetite For Destruction foi uma aposta arriscada. A cena mainstream era totalmente adversa para o disco, agressivo como é, pois bandas como Bon Jovi, Europe (dentro do hard), Prince, U2 (fora do hard) e afins dominavam as paradas musicais. Mas deu certo. Desde a capa censurada até as composições ousadas, Appetite F...

Cinco discos para conhecer John Sykes!

João Renato Alves Ele passou por grupos e projetos sempre deixando sua marca - tanto musical quanto comportamental. Com sua inseparável Les Paul preta, marcou a história do hard rock, influenciando guitarristas das gerações posteriores. Ele foi o "muso" da primeira edição do Rock in Rio , segundo ardorosas fãs da época. Hoje, vamos recomendar cinco álbuns para conhecer a carreira do grande John Sykes. Tygers of Pan Tang – Spellbound (1981) O Tygers of Pan Tang já possuía um nome na cena emergente da NWOBHM após o lançamento de seu debut, Wild Cat . Mas a coisa evoluiria ainda mais em Spellbound , trabalho produzido por Chris Tsangarides (Judas Priest, Ozzy Osbourne, Bruce Dickinson, Helloween). E um dos fatores seria justamente a entrada de Sykes, formando um duo infernal com Robb Weir. Tanto que o próprio, até hoje, não hesita em dizer que John foi seu parceiro ideal nas seis cordas, se tornando referência na hora de escolher futuros membros para o grupo. E nota-se uma gran...

Cinco discos para conhecer Ronnie James Dio!

Por João Renato Alves E um ano já se passou. Parece que foi ontem, mas Ronnie James Dio se foi há exato um ano. O importante é que sua obra sobrevive e perdurará por todas as gerações futuras. Por isso, ao fazer esse post, decidi pegar um álbum de cada fase de sua carreira e um especial. Tudo que ele fez é recomendável. Mas esses são um bom início para quem ainda vai conhecer a obra inigualável do maior baixinho do mundo. Elf – Carolina County Ball (1974) Lançado nos Estados Unidos com o nome da segunda faixa ao invés da primeira, Carolina County Ball mostra o Elf em sua essência. E o blues / hard rock do grupo certamente justifica o motivo de ter chamado tanto a atenção de Ritchie Blackmore, a ponto de ter convidado todos os músicos – com exceção óbvia ao guitarrista Steve Edwards – para integrar o Rainbow. Dio, com toda sua jovialidade, comandava os vocais com maestria, enquanto a banda se esmera em mostrar a competência de quem já tinha a experiência necessária para mostrar seu ta...

Cinco discos para conhecer o power metal!

Por Igor Miranda Guitarristas espancadores de gatinhos. Baixistas e bateristas tocando na velocidade da luz. Vocalistas sem gônadas. Tecladistas que tocam guitarra no teclado. Letras que falam sobre dragões, mitologia e coisas fofas. Saibam que o segmento mais melódico do heavy metal, também conhecido como power metal, vai bem além de estereótipos. Conheça mais através dessa matéria, que abrange os cinco discos recomendados para conhecer o estilo. Helloween - Keeper of the Seven Keys Part II (1988) O Helloween sempre foi creditado como o grupo pioneiro do estilo, ou ao menos de sua popularização. O seu primeiro trabalho com a formação dita clássica foi a primeira parte de Keeper of the Seven Keys (1987), já responsável por causar um grande alvoroço na cena. Mas a consagração veio com o segundo capítulo desse trabalho. Keeper of the Seven Keys Part II traz a grande maioria dos standards do gênero, incluindo forte ênfase nos vocais, guitarras sincronizadas, velozes e que não executavam ...

Cinco discos para conhecer Ritchie Blackmore!

Por João Renato Alves Apesar de não ter passado por muitas bandas, o temperamental Ritchie Blackmore conta com momentos bem distintos em sua carreira. Mas há algo constante: seu eterno talento e habilidade de criar melodias fáceis e que conquistaram gerações. Portanto, hora de conferir os cincos discos que dão um belo resumo dessa história. Talvez seja a lista mais óbvia que já fizemos, mas é sempre bom recordar. Deep Purple – Machine Head (1972) Como deixar de fora o álbum que possui o riff que todo aspirante a guitarrista toca à exaustão, irritando toda a família e vizinhos? Com Machine Head , o Deep Purple sacramentou as mudanças que já havia começado em In Rock e Fireball . Mas não é apenas em “Smoke on the Water” que a genialidade do genioso Blackmore se manifesta. As sete faixas (na versão original) são dignas de nota. Em uma época menos radical, a velocidade de “Highway Star” era algo inimaginável. A perfeita sincronia da banda em “Pictures of Home”, o balanço irresistível de ...

Cinco discos para conhecer Steve Vai!

Por João Renato Alves Steven Siro é um dos músicos mais geniais e ecléticos que já passaram por esse planeta - e, no caso dele, por outros também. Sendo assim, vamos a uma lista de trabalhos que contaram com sua participação, na lista mais polêmica que já fiz para esse quadro. Nenhum disco de Frank Zappa entrou, simplesmente porque a música vinha toda da cabeça do figura principal, enquanto os outros músicos eram meros coadjuvantes. Alcatrazz – Disturbing the Peace (1985) Um grupo que conta com Yngwie Malmsteen no primeiro disco e Steve Vai no segundo com certeza está bem servido nas seis cordas. A grande diferença é que, enquanto o sueco voador possui um ego descontrolado, Steve sabe dosar sua vaidade de modo que não interfira nas relações internas. Sendo assim, não é surpresa que Graham Bonnet declare abertamente que o guitarrista com o qual ele mais gostou de trabalhar no Alcatrazz tenha sido o segundo. E Vai já chegou mostrando serviço. Participou da composição das onze faixas de ...

Cinco discos para conhecer Gary Moore!

Por Igor Miranda Hoje, o quadro Cinco Discos para Conhecer traz o recém-falecido guitarrista Gary Moore, que morreu no último dia 06/12, mas deixou um legado incontestável e uma discografia pra lá de extensa. Colosseum II - War Dance (1977) O Colosseum II não é muito conhecido nem mesmo pelos fãs de Gary Moore. O guitarrista integrou-o em 1974, logo quando foi idealizado pelo ex-baterista do Tempest, Jon Hiseman. War Dance , terceiro trabalho do conjunto, além de contar com Moore e Hiseman, tem John Mole no baixo e Don Airey nos teclados, pianos, órgãos Hammond, sintetizadores, clavinete e sinos (!). Não apenas este disco, mas todos os outros do Colosseum II, trazem uma ideia completamente diferente do que Moore abordou no futuro, oscilando entre o jazz e o rock progressivo em 42 minutos de música diferente, mas muito bem feita. Vale ressaltar que há apenas uma faixa não-instrumental: "Castles", balada não muito "diferentona" cantada por Gary. Recomendado para que...

Cinco discos para conhecer Eric Singer!

Por João Renato Alves Após homenagearmos vocalistas e guitarristas, vamos colocar o holofote em um dos grandes representantes dos espancadores de peles. Com vocês, Eric Doyle Mensinger, o homem que após muitos anos de uma carreira bem sucedida recebeu genes felinos! Black Sabbath – Seventh Star (1986) Emprestado da banda de Lita Ford – e nunca devolvido – Eric Singer manda ver em sua primeira grande aparição junto a um monstro do rock. Seventh Star , que era para ser um álbum solo de Tony Iommi inicialmente, traz uma diversidade não vista antes nos trabalhos do Black Sabbath. Baladas como a fantástica “No Stranger to Love”, um blues dilacerante em “Heart Like a Wheel”, a pancada certeira em “In For the Kill” e a cadenciada faixa-título são alguns dos destaques. Eric deixa sua marca na excelente “Turn to Stone”, uma das melhores composições de Iommi nos anos decadentes, com uma intro de bateria fenomenal. Embora tenha passado meio despercebido à época, Seventh Star foi aprovado pelas ...

Cinco discos para conhecer Vivian Campbell!

Por João Renato Alves Diretamente de Lisburn, Irlanda do Norte, para o mundo, um colecionador de polêmicas. Mas, também, um talento inquestionável nas seis cordas. Com vocês, Vivian Campbell! Dio – The Last in Line (1984) Após o estouro com Holy Diver , Vivian Campbell teve a oportunidade de começar o projeto de um novo álbum com o Dio, já que no debut chegou com muita coisa já pronta. Impondo seu estilo, ajudou Ronnie a manter o nível alto em fortes composições, com riffs e solos inspiradíssimos. Sons poderosos como “We Rock”, que abre o álbum; a faixa-título, com sua intro memorável; e a quase hard rock “One Night in the City” entraram para o panteão dos grandes hinos do heavy metal. Outras, como a veloz “I Speed at Night” e a climática “Egypt (The Chains Are On)”, também figuram entre as preferidas dos fãs. The Last in Line foi o primeiro álbum do Dio a alcançar disco de platina nos Estados Unidos, onde atingiu o número #24 na parada da Billboard . No Reino Unido, também teve des...