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Mostrando postagens com o rótulo Rita Lee

Review: Arnaldo Baptista – Loki? (1974)

O ano era 1974. Seu casamento havia acabado e ele havia largado sem maiores explicações a banda que fundara em meados dos anos 1960 e que agora seguia por outros caminhos. A perspectiva de uma carreira solo se esvaia como uma alucinação das montanhas de ácido lisérgico que consumia. O futuro nunca lhe parecera tão incerto como quando entrou na sala de Roberto Menescal, então diretor artístico da Philips. Queria apresentar um projeto para um disco solo, mas encontrava dificuldades em falar com André Midani, o chefão da companhia. Menescal se dispôs a ir com ele e ouvir o material composto. Notou então que as músicas, assim como o compositor, tinham um tom triste, muito longe do garotão irreverente que conhecia desde 1969. Cantava como se cada música tivesse o poder de extravasar a dor e a confusão que sentia. Ao voltar para o escritório, Menescal comunicou a André Midani que estava disposto a fazer um disco com aquele sujeito. Apesar de ser muito corajoso quando o assunto...

Discoteca Básica Bizz #129: Rita Lee & Tutti Frutti - Fruto Proibido (1975)

Ela havia saído da melhor banda de rock da história do Brasil - os Mutantes -, com quem forjara cinco dos mais importantes álbuns pop brasileiros de todos os tempos. Ao final da viagem de humor e psicodelismo que empreendeu entre 1966 e 1972 com Arnaldo Baptista e Sérgio Dias, a paulistana ruiva e magricela batizada com o sonoro nome de Rita Lee já não se contentava em cantar algumas músicas e tocar pandeiro. Ela participara do centro criativo dos Mutantes, fazendo letra e música, tocando, cantando, pensando. Expulsa dos Mutantes, Rita Lee chegava à carreira de popstar com currículo ímpar. Nenhuma mulher se destacara no rock brasileiro como ela. Rita foi a primeira cantora-compositora-roqueira-instrumentista e a primeira mulher na música a abusar da rebeldia, da irreverência, da ironia, da inteligência. O fim traumático dos Mutantes deu à garota garra para se provar e se firmar no cenário, resultando na magnífica coleção de LPs que lançou nos anos 1970, alçada - pela primeira ...

Rita Lee anuncia novo livro

E parece que Rita Lee gostou de sua aventura como escritora. Após a autobiografia e o livro Dropz , a cantora anunciou que lançará uma nova obra em julho. FavoRita sairá pela Editora Globo e trará fotos e textos inéditos de Rita. Uma curiosidade: o título é o mesmo de uma canção presente no álbum Saúde , de 1981.

Rita Lee foi a autora brasileira mais lida em 2017

A entrada de Rita Lee no mercado editorial deu bons frutos para a veterana rockeira. A publicação de sua autobiografia e da coletânea de contos Dropz transformou Rita na autora brasileira mais vendida de 2017. Rita Lee - Uma Autobiografia , publicada no final de 2016, já alcançou a marca de 98 mil exemplares comercializados, superando os segundos colocados Padre Fábio de Melo e Leandro Karnal e sua obra Crer ou Não Crer em mais de 30 mil cópias. Os dados são da Forbes Brasil e do PublishNews.

Rita Lee lança livro de contos

Após publicar a sua autobiografia no final de 2016, Rita Lee volta ao mercado editorial com o lançamento de um novo livro. Dropz traz 61 contos e ilustrações de Rita, incluindo a própria capa, um autoretrato desenhado em 1997.  O livro tem 272 páginas, encadernação em brochura e está sendo publicado pela Globo Livros.

Assista Ritmo Alucinante, documentário sobre a primeira edição do festival Hollywood Rock, em 1975

Embora tenha conquistado status de grande festival apenas na década de 1990, a primeira edição do Hollywood Rock aconteceu na cidade do Rio de Janeiro em 1975. Entre as atrações (todas nacionais), destacam-se Erasmo Carlos, Vímana (com Lulu Santos e Ritchie - aquele do sucesso "Menina Veneno") O Peso, Raul Seixas e Rita Lee & Tutti-Fruitti. É possível encontrar na internet vários vídeos do evento, mas o que muitos não sabem é que existe também um documentário (produzido na época) do festival, chamado Ritmo Alucinante . Contendo entrevistas e diversas apresentações dos grupos citados acima, o documentário é uma ótima oportunidade para pensarmos e refletirmos sobre a realização dos grandes eventos voltados para o público rock no país, assim como, compreender um pouco da cena rock aqui no Brasil na década de 1970. Segue abaixo para apreciação o documentário Ritmo Alucinante : Por Weber Porfírio, do Quero Falar da Banda que Eu Gosto