Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Thor

Review: Thor – The Living Side of Death (2024)

O metal brasileiro vivia os seus primórdios na década de 1980, e isso é facilmente perceptível quando ouvimos hoje alguns álbuns que marcaram aquele período. E não estou falando de discos de bandas que se transformaram em lendas e referências como Sepultura, Sarcófago, Overdose e outras. Me refiro a toda uma cena que foi muito importante na época, em diferentes partes do Brasil, e já há alguns anos é resgatada por selos especializados. O Thor é uma dessas bandas. Natural do Espírito Santo, o quarteto era formado por Fabio “Midgard” (vocal), Wilson “Carrasco” (guitarra), Paulo “Guardião” (baixo) e Jeder “Animal” (bateria). O trampo do grupo for relançado pela Neves Records em The Living Side of Death , álbum que une o primeiro compacto da banda com faixas vindas da primeira fita demo dos caras. O material da Neves Records saiu em um LP de 10 polegadas e também em CD. A edição que tenho em mãos é a em CD, que vem com um slipcase que traz uma sobrecapa e também um pôster com um texto ...

Cinema: Thor: O Mundo Sombrio

Dá para descrever o que achei de Thor: O Mundo Sombrio , a segunda película que traz o Deus do trovão da Marvel Comics como protagonista, com algumas frases-chave que farão sentido imediato para os fãs. Digo sem pestanejar que este filme é BEM melhor do que o primeiro – e olha que eu achei o primeiro bem divertido, detalhe. Até o momento, Thor: O Mundo Sombrio é o melhor filme da fase 2 da Marvel Films – o que significa que ele é melhor do que Homem de Ferro 3 . E eu gostei do terceiro filme do Latinha, querido leitor. Na verdade, concordando integralmente com o que o chapa Thiago "Borbs" Borbolla afirmou, por mais legal que Homem de Ferro 3 seja, é com Thor: O Mundo Sombri o que parece que a Marvel dá o seu pontapé inicial em sua segunda fase nas telonas, preparando o terreno de fato não apenas para Guardiões da Galáxia , mas também para Os Vingadores 2 . Resumidamente, é um filme empolgante, repleto de ação, com efeitos especiais de ponta, batalhas grandiosas e uma glo...

Thor: crítica de Aristocrat of Victory (2013)

Sabe aquela rapaziada denim and leather que marca presença na Galeria do Rock (SP) usando coletes repletos de patches de bandas que você provavelmente nunca ouviu falar? Pois bem, a base de fãs do Thor compreende essa turma de profundos entendedores de metal, fundamentalistas da velha guarda que nas entrelinhas se proclamam a raça ariana da música pesada pelo simples fato de conhecerem (e idolatrarem) tudo que é obscuro nesse universo. Independentemente da legião de abobalhados que permitiu isto, o icônico Jon Mikl Thor construiu uma carreira sólida e, da mesma forma que muitos sobreviventes do período jurássico do metal, segue na ativa — muito mais como logomarca/personagem do que como artista, mas isso é outra história. Recentemente caiu na net a mais nova coletânea do Thor e eu me senti na obrigação de conferir, afinal, apesar de não me encaixar no perfil do headbanger chato pra caraca descrito acima, acho o som (muito mais pelo caráter interpretação) realmente...